Comece pelo problema, não pela lista de serviços
Antes de perguntar se a agência faz Google Ads, Instagram ou automação, defina o que precisa mudar: gerar demanda, aumentar conversão, organizar posicionamento, melhorar retenção ou reduzir dependência de um canal. Uma agência madura deveria conseguir traduzir esse problema em prioridades. Se a proposta começa com “12 posts + 4 Reels + tráfego” sem diagnóstico, você já sabe que o pacote veio antes da estratégia.
Exija clareza de escopo e responsabilidade
Pergunte o que entra, o que não entra, quem aprova, quem fornece acessos, quem produz ativos e como demandas fora do escopo são tratadas. Essa clareza evita que manutenção de site, integração, criativo, CRM e plataforma externa se misturem até ninguém saber de quem é a responsabilidade.
Olhe para métricas além de vaidade
Alcance, clique e seguidor podem ser úteis, mas precisam ter relação com o objetivo. Para aquisição, acompanhe custo, qualidade, conversão e receita quando possível. Para conteúdo, observe retenção, respostas, tráfego e impacto comercial. Para SEO, Search Console, páginas indexadas, consultas, cliques e posições ajudam a medir evolução.
Procure processo e capacidade de aprender
Campanhas e conteúdos não nascem perfeitos. O valor está em ter hipóteses, mensuração, ciclos de análise e decisões claras. A agência precisa conseguir dizer o que aprendeu com uma campanha ruim e o que mudará na próxima.
Avalie se a agência pensa no sistema inteiro
Marketing pode falhar depois do clique: landing page lenta, WhatsApp sem resposta, proposta confusa, estoque insuficiente ou CRM inexistente. Uma boa parceira não precisa executar tudo, mas deve enxergar esses pontos e sinalizar quando o gargalo está fora do anúncio.
Use o conteúdo como estrutura de decisão. Contexto de mercado, orçamento, capacidade operacional e histórico mudam a prioridade. Quando houver dados próprios, substitua referências genéricas por evidência do seu negócio.